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BARRA FIXA: sobre a ajuda, a fase concêntrica, isométrica e excêntrica do movimento

Existem inúmeros meios de se ajudar um aluno a fazer barra. Várias técnicas de como ajudar a pessoa a fazer a primeira repetição deste exercício que é um desafio para muitos, principalmente para as mulheres.



Antes de mais nada, nenhum meio é errado. Apenas irei considerar algumas considerações (risos) sobre esta forma de ajudar demonstrada por minha aluna Elisama, que já faz barra, mas prestou esta demontração para eu poder escrever este texto. (obrigado, Eli! )

Como eu disse anteriormente, nenhuma forma é errada, mas vamos considerar alguns pontos importantes antes de continuar o texto:

○ Quanto a contração EXCÊNTRICA
• mais capacidade de gerar FORÇA
• mais capacidade de gerar FORÇA por Unidade Muscular recrutada
• mais ocorrência de microlesões (para uma mesma carga que a fase concêntrica)
• maior tendência à mecanotransdução (um dos processos que gera hipertrofia)

○ Quanto a contração CONCÊNTRICA
• Maior recrutamento de Unidades Motoras (para contração máxima)
• Maior gasto energético

○ Quanto a contração ISOMÉTRICA
• Maior recrutamento de Unidades Motoras (para uma MESMA carga que as outras contrações)
• Maior recrutamento de Unidades Motoras (para contração máxima)
• Maior fadigabilidade (em testes com ações máximas)

Estas informações podem se encontrar em livros de musculação e treinamento, alguns autores à se pesquisar: Charles Poliquin, Yuri Verkhoshansky, Antônio Carlos Gomes, Paulo Gentil, Pavel Tsatsouline, dentre outros.

Podemos comprovar todas as informações acima apenas em um dia de treino apropriado testando variações eficiêntes de cada tipo de contração, vamos brincar com três exemplos abaixo:

Encontre uma pessoa que já consiga fazer uma execução perfeita de barra fixa, então siga:

1º exemplo:
Peça ao indivíduo que faça 1 repetição de barra, qualquer variação. Cronometre o quanto este indivíduo demora para completar a repetição.

2º exemplo:
Peça ao mesmo indivíduo que apenas salte, segurando a barra na mesma pegada escolhida anteriormente, e segure o corpo tocando a região do colo (clavículas) na barra, cronometre e deixe-o pendurado pelo mesmo tempo demorado na contração isométrica descrita no 1º exemplo.

3º exemplo:
Peça que o mesmo indivíduo faça o movimento anterior, porém ao segurar a posição por 2 segundos execute a fase negativa (desça o corpo) bem devagar, tentando demorar o mesmo tempo que demorou para fazer a repetição no 1º exemplo.

Se nós mesmos fizermos os 3 exemplos (ALTAMENTE recomendável) ou entrevistarmos o indivíduo após as três tentativas, e só depois lermos as informações acima, saberemos na PRÁTICA que todas elas são verdadeiras.

No 2º e 3º exemplos, certamente fariamos com uma sobrecarga no corpo, para o mesmo tempo de repetição do 1º exemplo. Partindo daqui, é só raciocinar que podemos associar perfeitamente à prática com a teoria.

Onde quero chegar com tudo isso?

Ao pensarmos em ajudar um aluno a fazer barra, supondo aqui que este indivíduo já tenha todos os pre-requisitos para iniciar este trabalho (fortalecimento e resistência da pegada, consciência do movimento escapular, mobilidade adequada dos ombros, etc etc) temos de pensar naqueles 3 exemplos teoricos em nossa prática.

Como nosso aluno de exemplo, supostamente, não consegue executar uma ação concêntrica da barra (não consegue fazer a primeira repetição) ele provavelmente consegue fazer a ação isométrica e excêntrica do movimento. Se ele não consegue executar nem a ação isométrica, nem a ação excêntrica, então ele ainda não esta preparado para fazer esta forma demonstrada no vídeo, existem outros padrões à serem trabalhados antes de colocá-lo sob este tipo de estresse.

Conseguindo fazer a ação isométrica e excêntrica, podemos ajuda-lo apenas na fase concêntrica, o que uma máquina (gravitron, maquina de barra assistida, etc) não faria, pois estas máquinas ajudam tanto a fase concêntrica quanto a fase excêntrica. Quando NÓS ajudamos, temos o controle do quanto de ajuda colocamos em cada fase, tendo em mente as "regras" teóricas dita primeiramente, podemos atuar da melhor forma em cada fase do movimento.

Se o aluno saltar na barra e executar a fase excêntrica, ele está deixando de trabalhar a fase concêntrica, lembrando que a especificidade das ações é importante. Existe a transferência de força entre uma e outra ação, porém a especificidade é muito importante. Na periodização pode-se incluir todas estas fases e trabalhar cada uma delas em uma sessão/semana/periodo, para que no final do planejamento o aluno consiga executar todas as ações (concêntrica, isométrica e excêntrica) com domínio do movimento completo.

Como já disse no início do texto, nenhuma forma é errada, este texto apenas apresenta uma forma de ajuda e alguns pontos importantes da teoria (ciência) à serem considerados na hora da elaboração da periodização/planejamento de um aluno que ainda não consegue fazer uma repetição de bara fixa.

Para quem diz que na Universidade não se aprende nada, teoria não quer dizer nada, o que vale é a prática e etc:
"Quase tudo que eu sei até hoje sobre minha profissão eu ví (mas nem tudo aprendi) na Universidade. Eu apenas não tinha a visão adequada e madura para entender naquele momento. É por isso que livro bom, filme bom, música boa, a gente deve ver mais de uma vez. É melhor assistir, ler, ou ouvir algo repetido, porém bom e clássico, do que perder o tempo com algo novo e ruim." ~ Alexandre Castro Alves

Sem treino (prática) perde-se de se entender a teoria;
Sem estudos (teoria) perde-se de se entender a prática;
Um sem o outro não faz uma "banda" completa;
Uma "banda" completa se faz com referências clássicas;
As referências clássicas estão nos livros e filmes antigos, estão nos estudos!


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SUPORTE DO CORPO

A força da pegada das mãos são fatores fundamentais para o avanço em qualquer exercício de puxar.
Um dica para colocar sua força de puxar num nível superior é treinar a pegada falsa (saiba mais em: http://goo.gl/gBgGtw).
Suportar o corpo parcialmente em uma mão e fazer puxadas em pegada falsa, além de fortalecer o antebraço e a força das mãos, irá ajudar a progredir para variações mais complexas e avançadas no movimento de puxar, por exemplo o muscle up!




Se a barra fixa já foi um movimento conquistado, tente os movimentos demonstrados no vídeo pela Giuliana: suportar o próprio peso do corpo com um braço estendido usando pegada falsa, depois fazer puxadas mantendo as duas mãos em pegada falsa.

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CORDA / PUXAR

Após fazer a primeira barra, que é desafio para alguns, a brincadeira não para.
Iniciando os trabalhos para suportar o corpo com apenas uma mão pode ter um toque mais dinâmico ao se trabalhar a subida na corda.
Subir na corda requer uma força de puxar dos membros superiores em dia. A capacidade de suportar o corpo em apenas uma mão é um fator que irá ajudar muito a escalar uma corda usando somente a força dos braços e sem auxílio das pernas (como demonstrado no vídeo abaixo pela Vivianne).



No treinamento com o peso corporal as progressões são infinitas! Não se aumenta somente os pesos como na musculação, mas sim são ensinadas e introduzidas novas técnicas e novas progressões para que se aprenda a usar mais ou menos vantagem mecânica em uma alavanca. A luta é constante contra a gravidade e o peso do próprio corpo, o que faz com que o sistema neural seja o tempo todo ativado e desafiado à aperfeiçoar os novos movimentos que são ensiandos em cada etapa.

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PUXAR

Um dos movimentos de puxar mais tradicionais que existem é a barra.
Segurar o próprio peso do corpo e puxá-lo até que as mãos toquem nos ombros é um parâmetro de força que devemos trabalhar em todo e qualquer aluno, independente da idade ou gênero.

Fazer a primeira repetição de barra abre o caminho para diversos outros movimentos com os membros superiores, por exemplo, o muscle up.

Sem fazer uma barra, não só a capacidade de movimento fica limitada, mas também o ganho de força e hipertrofia. Pode-se fazer infinitas puxadas de pulley, infinitas remadas na máquina, que sem a força de executar no mínimo uma barra fixa o desenvolvimento do tronco e membros superiores será limitado, claro que isso cabe aos que não usam nenhum tipo de recurso ergogênico ilícito.



Lembre-se que o movimento pode sempre começar de uma forma menos intensa (primeiro movimento do vídeo, onde temos a ação isométrica e excêntrica do movimento, executado pela Edna) até uma forma mais intensa (segundo movimento, no qual vemos a Marcia executar uma barra com sobrecarga no corpo). O movimento não para em aumento de intensidade, sendo que podemos (E DEVEMOS) aumentar também a complexidade, ou seja, mudar para progressões/variações de barras com uma mão, sequências/combos que envolvam o movimento de puxar (muscle ups e variações), entre outros.

Investir na força de puxar e executar a primeira barra fixa certamente irá abrir várias portas para o desenvolvimento muscular, de força e de movimento de todo e qualquer indivíduo: ACREDITEM!

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COMUNICAÇÃO Entre Professor e Aluno



Imagine uma pessoa que nunca sequer pegou numa barra na vida. A experiência corporea é pouca, não conhece termos técnicos como abduzir, retrair, protrair, aduzir, elevar, flexionar, etc.
Aí o professor pede que faça um movimento do qual ela nunca ouviu falar e nunca viu ninguém fazendo, ou se viu, nem reparou o que nem como acontece, muito menos sabe o porquê.
O professor demonstra, mas o movimento por ter várias partes do corpo a se contrair não sai como o pedido.
Muitas vezes para nós professores parece fácil, mas para o aluno é diferente, é difícil... Analogia:

• Para o professor significa:
Faça 1 Barra

• Para o aluno é como pedir:
Faça 1.5 Twisting Kovacs na barra (muitos professores não sabem o que é... É como o aluno se sente)

○ Para o professor significa:
Faça 15 saltos no step

○ Para o aluno é como pedir:
Faça um triple twisting double backflip no chão (alguns professores sabem o que é... Mas não sabem como executar. No caso do aluno, é como se mesmo sem saber como e só sabendo o que é, ele tentasse executar; não ia acabar bem!)

Onde eu quero chegar com isso?
As vezes vemos ordens sendo dadas mas é nítido que o aluno não tem a informação daquela ordem ou o domínio da consciência necessária para executá-la.

"não arque as costas"
Como? Onde?

"desça até embaixo"
Como? O que? Embaixo da onde?

O aluno deve saber o que e onde, tal qual o como e porquê. Assim a culpa não é mais do professor.

O professor deve comunicar com antecedência aquilo que ele quer e ensinar previamente as bases do movimento exigido. Se não continuaremos a ver pedidos de "desça até embaixo" mesmo que o aluno não saiba "onde é embaixo" e tão pouco tenha a mobilidade necessária para fazer um movimento mais amplo com segurança.

A técnica e consciência corporal se constroem com tempo, bastante séries e poucas repetições, e sem fadiga. Então investir em movimentos mais curtos ou pedaços de movimentos é uma ótima estratégia para corrigir um movimento inteiro. Como no exemplo do vídeo, minha aluna Edna executa o Deadlift/Lev.Terra dos blocos (steps) para que a barra fique na altura do joelho dela, ou seja, tira-se 50% da amplitude de movimento, assim pode-se focar onde eu quero que ela foque, no caso do vídeo: retração das escápulas. Assim da próxima vez que eu pedir "postura... escápulas", ela irá saber exatamente o que é que eu quero.

Na periodização pode-se incluir todos os pedaços dos movimentos e exercícios acessórios adequados para que quando chegar no final do planejamento o aluno melhore todos os aspéctos atacados na planilha e alcance os objetivos estipulados.

Comunicação, não importa como, com que nome, se flexão, se dobrar, se extensão, se esticar... Tanto faz, o importante é saber comunicar ao aluno onde, quando e como movimentar aquilo que for preciso na hora certa que for preciso.



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PEGADA FALSA



A pegada falsa (false grip) é fundamental no processo de desenvolvimento para o muscle up (http://goo.gl/htgaEH).

A pegada falsa é o início do movimento, sem essa pegada não será possível fazer o primeiro muscle up sem que exista o kipping/balanço.

Como fazer a pegada falsa?



Um bom começo, antes de pendurar seu corpo todo usando esta pegada, podemos fazer remadas, assim aos poucos iremos calejando e adaptando as mãos/punhos à esta pegada:




Pratiquem a pegada de vocês! E se o muscle up está dentre os movimentos à dominar, esteja preparado para calos de "suicídio", nomeado segundo nossa aluna Elisama, que são os calos nos punhos, além dos calos "normais" da palma da mão.

Que a força esteja com vocês!


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FORÇA da PEGADA e as MÃOS

As mãos são importantes para todo e qualquer exercício que envolva os membros superiores (MMSS).
Num levantamento terra (deadlift), numa remada, puxada, barra... Entre vários outros exercícios a força da pegada é fundamental na performance e desempenho destes movimentos.
Existem várias estratégias para fortalecer a pegada. Vários "aparelhinhos", como aquelas "molinhas" que você compra para ficar apertando.
Bom, digo que com progressões adequadas somente no trabalho de chinup/pullup a força da pegada será muito bem desenvolvida.
O simples fato de se suportar, de aguentar o seu próprio peso com as próprias mãos já nos dará força de sobra para trabalhar com outros exercícios de carga externa.
Não é atoa que nossos alunos não usam luvas. Nossas mãos, com o passar do tempo foram ficando frágeis, pois deixamos de usá-las. Por tanto, "meter a mão na massa" é um processo necessário e essencial para adaptações que irão nos dar mais força e nos tornar menos frágeis.
Os calos são necessários, a resistência à dor também! Quanto mais dor suportamos, melhores seres humanos seremos.
Então experimentem o quanto a força das suas mãos podem te ajudar; será que você aguenta seu corpo nas duas mãos, em uma mão, pedurando, braço flexionado... Por quanto tempo?



No vídeo nossa aluna Vivian demonstrando o suporte do próprio corpo nas argolas em ambas as mãos.
Existem trabalhos que relacionam a força da pegada (dinamometria) à qualidade de vida e longevidade.
Deixem um pouco as luvas e straps de lado... Só após uma força básica da pegada é que estes aparatus serão bem-vindos.

Que a força esteja em vossas mãos!


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SASS vs BAS (Exercícios de Força com Braço Reto vs. com Braço Flexionado)

Straight Arm Scapular Strength (SASS) vs. Bent Arm Strength (BAS)

São duas formas de dividir os exercícios para membros superiores. Oriundo da ginástica, esta divisão separa os exercícios que requerem que o braço fique o tempo todo reto/estendido dos que onde o braço pode flexionar.

Na musculação seria (MAIS OU MENOS) como separar os exercício de ombro uniarticulares (elevação frontal, elevação lateral, pullover, pulldown, flyes/crucifixos, etc) com os exercícios de peito e costas (supinos, desenvolvimento militar, puxadas e remadas).

Os exercícios que pedem o braço reto (SASS) requerem uma força grande da região escapular e dos ombros. Press Handstand, Planche, Back Lever, Front Lever, Skin the Cat, entre outros, são exercícios fundamentais para um bom desenvolvimento da força das escapulas e dos ombros.

Os exercícios que pedem o braço flexionado (BAS) requerem grande força dos braços. Handstand Pushups, Dips, Pullups/Chinups, Muscle Ups, etc, são exercícios que exigem força, vagamente falando, de puxar e empurrar dos braços, desde os musculos da articulação do cotovelo até os das articulações dos ombros.

Ambos os tipos de exercícios e suas progressão são fundamentais em um programa de treinamento. De forma periodizada e organizada pode-se (e DEVE-SE) desenvolver ambos: SASS e BAS.

Especialmente os exercícios do grupo SASS são essenciais para o desenvolvimento da força escapular, e esta força estará ligada DIRETAMENTE nos exercícios de BAS. Se a escapula tiver força e estabilidade suficiênte para executar exercícios de resistência com o peso corporal estando com os braços retos, então com o braço flexionado tudo será mais fácil.
Quando com os braços retos toda alavanca fica com uma desvantagem mecânica maior, isso faz com que haja mais tensão na musculatura exigida, então tornando seu corpo mais forte e resistente naquela articulação.

Pode-se também misturar os dois grupos de exercícios. Assim como na musculação. Quantas vezes já viu bi-set de crucifixo com supino, elevação lateral com desenvolvimento com halteres, etc...

No vídeo temos um exemplo de um complexo envolvendo ambos (SASS e BAS), primeiro com o Press HS de forma concêntrica e logo o 90° Handstand Pushup de forma excêntrica.

A ativação neural para cada grupo de exercícios é bem diferente. Toda vez que ficamos com os braços retos é mais dificil de estabilizar e "pensar" no movimento. Isso exige treino.

Como inserir exercícios de SASS em seus treinos?

Pode começar com exercícios com halteres:
A1) https://www.youtube.com/watch?v=FrKk2uaghpA
A2) https://www.youtube.com/watch?v=zlacrCGc3zM

E também com exercícios mais simples:
B) https://www.youtube.com/watch?v=qQIIrL-zGlY
Reparem que o eixo de movimento aqui está na articulação do ombro e os braços ficam retos o tempo inteiro.

Como a força das escápulas tem fundamental importância nestes exercícios, leiam este artigo que fala melhor sobre as escápulas: http://acafitness.blogspot.com.br/2014/04/a-forca-escapular.html


Após um tempo de prática já terá consciência corporal suficiente para inserir exercícios mais avançados e continuar a progredir em AMBOS os grupos de exercícios, SASS e BAS.
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One Arm Iso Chinup (Barra Isométrica com Uma Mão)

Fazer o exercício de barra fixa já é desafio para muitas pessoas, mesmo sendo um requisito básico de força - tanto para homens quanto para mulheres. Este exercício com algum tempo de prática (as vezes mais para uns e menos para outros) perde sua eficácia para o ganho de força, assim precisamos progredir no exercício!
Uma forma simples é adicionar peso ao exercício, como neste vídeo. Outra forma mais eficiente de continuar ganhando força na puxada, apesar de já estar adaptado com as puxadas convencionais na barra fixa, é incluir a Puxada na Barra com Uma Mão.
Este exercício de longe não se compara a fazer flexão com uma mão só. Exige muito treino, eforço, regularidade e dedicação.
Como este não é um exercício fácil, não são todos que conseguem fazê-lo, mesmo conseguindo fazer 20 barras. Uma coisa não tem nada haver com a outra. Uma variação excelente para o início do treinamento de barra com uma mão é o One Arm Iso Chinup:



Este exercício tem grande efeito nos ganhos de força e também no aumento de repetições de puxadas na barra com as duas mãos. Com 2-3 séries de 1-3 repetições em cada braço, com isometria de 3-5 segundos para cada repetição, pode-se ter grandes resultados no aumento de força e assim no aumento do número de repetições da puxada na barra convencional.

Dicas
A variação A é mais fácil para iniciantes (quem já faz mais de 5 barras). Pois com a flexão total do cotovelo e ombro faz com que a pressão da gravidade seja menor. A variação B (90° - 90°) é mais difícil, pois pede o cotovelo em 90° assim como as pernas em L-Sit (90°). As duas variações são úteis e devem ser trabalhadas para que aja obtenção da força nos dois anglos do braço. Com o tempo a força ganha com estes exercícios será a base para o trabalho com o One Arm Chinup - OAC (puxada na barra com uma mão).
Mas apesar deste ser um ótimo exercício não substitua a barra convencional por ele. Os dois - tanto com uma mão quanto com as duas - tem lugar em um programa de exercício. Os dois são importantes e necessitam fazer parte do treinamento, claro, com objetivos diferentes, mas um integra e ajuda o outro.
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Ring Archer Chin Ups

Qualquer exercício de puxar o próprio corpo, seja na barra ou nas argolas de ginástica, é desafiador. Porém com a passar dos treinos o atleta/aluno vai conseguindo executar com mais facilidade os exercícios mais básicos. Após conseguir executar com facilidade qualquer das variações mais básicas pode-se aumentar a intensidade do exercício mudando as variações para assim progredir a força e aumentar a ativação neuromuscular.
O Ring Archer Chin Ups é uma ótima opção para progredir após fazer com facilidade mais de 5 repetições em pelo menos nestas variações anteriores descritas no site. Esta progressão é uma excelente escolha para o início do trabalho de fazer barra com apenas uma mão (One Arm Chin Ups); também é uma escolha essencial para o programa de treinamento para àqueles que buscam conseguir fazer Iron Cross nas argolas.



Dicas:

* Começando da posição pendurado nas argolas, procure manter os punhos fortemente flexionados, inicie o movimento sem kepping/swing/balanço e ao passar o queixo das mãos - em total flexão do cotovelo - estender um dos braços para a leteral.
* O braço que se estende não deve ficar solto por sí só, deve auxiliar o braço flexionado no movimento fazendo força para adução, porém estendido totalmente.
* Procure manter os joelhos estendidos e jamais balançar o corpo para fazer o movimento.
* O movimento não deve ser feito com muita velocidade no caso de objetivo de ganhos de força; mas sim feito com calma e total controle - como no vídeo; ou até mais lento.
* Faça uma pequena pausa no final do movimento (quando um dos braços se estende) de 1 a 3 segundos.
* Repetições de 1 a 5 para cada braço, com séries de 3 a 6, podem trazer grandes resultados.
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Remadas nas Argolas de Ginástica

As puxadas horizontais, também denominadas Remadas, podem ser feitas em qualquer barra assim como nas Argolas de Ginástica. As Argolas dão maior liberdade de movimento podendo assim tornar o movimento mais desafiador mesmo sem a utilização de carga adicional externa.
Para preparação de movimentos mais avançados é de suprema importância a inclusão de movimentos de Remada para que aja um melhor balanço das musculaturas envolvidas. Abaixo segue duas simples variações de movimentos de Remada feitos nas Argolas de Ginástica:



Variação A - Remada Simples
Estando com o corpo totalmente alinhado, puxar o corpo até o mais alto possível. Pés mais baixos em relação à altura das mãos significa menor intensidade no movimento, pés na linha das mãos é a intensidade máxima da Remada. Sendo assim é possível aumentar a intensidade desta variação com adição de peso - geralmente coloco uma anilha ou caneleira em cima do peito. Também é possível utilizar elásticos ou incluir mais movimentos como veremos na variação seguinte...

Variação B - Archer Rows
Esta variação é semelhante a anterior. Tem as mesmas regras de intensidade que a anterior. Ao final do movimento o executante deve extender um dos braços, fazendo isso alternadamente em cada repetição. Deve-se o tempo todo tentar manter o corpo todo alinhado paralelamente ao chão. Esta variação é uma ótima opção para o treinamento inicial de Iron Cross.


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Puxadas na Barra Fixa

Qualquer exercício feito na Barra Fixa é de grande utilidade para o ganho de força e preparação muscular para exercícios mais avançados. O simples fato de se pendurar na barra e puxar o seu corpo é desafiador para muitas pessoas. Executar com perfeição estes movimentos verticais de puxada na barra é essencial para uma boa preparação de força nos membros superiores. Abaixo segue três variações de Puxada na Barra Fixa:



Variação A - Pegada Supinada
Este tipo de pegada (supinada: palmas das mãos voltadas para o rosto do executante) deixa o movimento mais fácil, pois mais músculos dos braços e das costas são recrutados durante o movimento. Sendo assim esta variação é indicada mais para iniciantes com o treinamento de Barra.

Variação B - Pegada Pronada
Esta pegada de palmas voltadas para fora deixa o movimento mais difícil. A pegada na Barra quanto mais aberta mais difícil também, pois afasta os pontos fixos de apoio (mãos) do centro do corpo aumentando assim a resistência da força de alavanca do movimento. Com o corpo mais alinhado na vertical e a pegada mais aberta existe uma exigência maior do músculo Latíssimo do Dorso. As mãos estando em pronação dificulta a pegada para pessoas que possuem os músculos extensores da mãos encurtados pois prejudica-se a flexão dos dedos, e pegada mais fraca significa maior dificuldade na execução do movimento.

Variação C - Pegada Pronada em L
Com todos os aspéctos da variação anterior somado a necessidade de força abdominal e dos músculos flexores do quadril e assim mais necessidade de força para tração do corpo temos como resultado a variação C!
A variação C força que o tronco fique mais na vertical pois o peso das pernas empurra o quadril para mais abaixo das mãos, isso deixa o movimento mais difícil para os braços e escápulas. Além da maior dificuldade na puxada iremos também precisar manter as pernas paralelas com o chão - em L - e isso faz com que aja força de resistência isométrica nos músculos do core, assim também melhorando a estabilização destes músculos.



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Como fazer Barra Fixa com uma mão (One Arm ChinUp)

What's are you doing fellas?

"Nossa! É barra hein!?"
Começo este artigo com esta famosa expressão: "é barra!"
Geralmente esta frase é dita quando queremos dizer que fazer ou passar por algo é muito díficil. Não é a toa que essa frase é utilizada para expressar tal situação.
O exercício de barra fixa é um dos exercícios mais difíceis para as pessoas menos condicionadas fazerem. Levantar o peso do próprio corpo por apenas uma ou mais vezes é tarefa difícil e muito utilizada em testes para concursos, provas do exercíto, polícia e etc.
Agora imagine fazer essa famosa barra com apenas uma mão. Serão poucos os que conseguirão tal ato! Porém, não é impossível e os mais determinados e condicionados devem dar continuidade à evolução no treinamento e introduzir este movimento mais avançado.

Quais as vantagens de fazer barra com apenas uma mão ao invés das duas?
Fazer barra com apenas uma mão é um movimento que exige principalmente muita força. Quando você consegue fazer mais de 5-6 repetições da barra com as duas mãos então você estará começando a trocar o trabalho de força para o trabalho de resistência de força, e se quiser continuar ganhando mais força na sua puxada é hora de: 1) treinar barra utilizando pesos externos, como cintos, correntes, elásticos, halteres ou anilhas; 2) começar a treinar barra com uma mão só.
Eu aconselho o início do treinamento de barra com apenas uma mão, pelas seguintes razões:

  • Vai melhorar sua pegada, pois é mais díficil segurar o corpo com uma mão;
  • Exercícios unilaterais - seja este qual for - irá ativar mais os musculos do core para manter o equilíbrio.
  • Qualquer movimento feito de forma unilateral se aproxima mais dos movimentos funcionais que você faz durante o seu dia ou no seu esporte. Praticamente nada você faz simultaneamente utilizando os dois lados iguais;
  • A maioria das pessoas tem um lado dominante (ou é destro ou é canhoto) e isso acaba deixando um lado mais desenvolvido que o outro, treinando de forma unilateral você treinar melhor o lado mais fraco;
  • Fazer barra com apenas uma mão irá melhorar seu desempenho na execução de barra com as duas mãos, porém fazer barra com as duas mãos não irá te ajudar tanto conseguir fazer barra com uma mão, a não ser que utilize sobrecarga.

Quando e como começar?
Assim que você conseguir fazer facilmente barra com as duas mãos você já pode iniciar seu treinamento de barra com apenas uma mão. Se conseguir fazer 5-6 barras já pode introduzir o movimento nos seus treinos, porem ainda é interessante não deixar de lado a barra normal.
De início, apenas treinos isométricos e/ou negativos na posição de barra com uma mão só já irá trazer muitos resultados. Segurar o corpo no ponto máximo do movimento por 3 a 5 segundos e tentar descer devagar - se conseguir segurar mais 2-3 segundos no meio do movimentos (cotovelos em 90°) o movimento fica com mais qualidade.


Minha aluna Márcia fazendo um trabalho inicial para fazer barra com uma mão (fortalecendo a pegada e musculos acessórios do movimento)

As diferentes pegadas e auxilios
A pegada feita na barra é fundamental para o sucesso no exercício. Desde uma pegada mais iniciante para uma pegada mais avançada, cada uma delas irá proporcionar a intensidade de acordo com seu nível de condicionamento:

O fortalecimento da pegada é fundamental para a execução de barra com uma mão. Você pode fortalecer a pegada simplesmente fazendo barra (como no vídeo acima) ou utilizar acessórios, como o aparelho ao lado.
Existem alguns acessórios que podem ajudar na pegada - straps - que são úteis no início do treinamento. Mas depois devem ser evitados para melhor fortalecimento da pegada. Claro que depende muito de pessoa para pessoa o uso ou não de acessórios que auxiliam a pegada.
Esta pegada com a outra mão ajudando no movimento - sendo ela mais próxima do punho, como na imagem ao lado - irá tornar possível um trabalho intenso na pegada e também um treino inicial dos musculos envolvidos no movimento. É importante ter a consciência de que a mão que auxilia ela somente auxilia no movimento e você deve cada vez mais utilizá-la menos.
Descendo a mão auxiliar dos punhos para o cotovelo você terá menos ajuda no movimento, tornando assim o movimento um pouco mais difícil.
Fazer a barra auxiliando com a outra mão bem afastada (esticada) da mão principal (a mão que irá fazer o movimento) é uma variação mais difícil que a anterior. Nesta variação o trabalho das costas e ombros é maior do que nas anteriores, sendo assim, é mais difícil de segurar o corpo.
O movimento pode ficar mais difícil se você utilizar uma toalha, faixa, corda ou qualquer outra coisa para deixar a mão auxiliar mais baixa que a mão principal. Quanto mais baixa a mão auxiliar, mais difícil o movimento.

Após toda a ajuda do mundo da sua outra mão, é hora de abandoná-la! Depois de todas as progressões mais fáceis forem conquistadas hora de segurar a barra com apenas uma mão e puxar até lá em cima! Obs. O ideal é conseguir um mínimo de 2 séries de 1 repetição em cada variação, conseguindo fazer 3 séries de 3 repetições é a hora de passar para a próxima variação. Lembrando que é importante o trabalho isométrico no ponto de contração máxima do movimento (segurar isometricamente o corpo de 3 a 5 segundos quando o braço estiver totalmente flexionado), caso não consiga, ainda não é hora de passar para a próxima fase.

Frequência de treino, séries e repetições...
Fazer de 2-3 séries de 1-3 repetições com isometria no final do movimento de 3-5 segundos - se adicionar isometria no meio do movimento (cotovelos à 90°) os resultados serão ainda melhor. Treinar de 2 a 3 vezes por semana, com intervalo mínimo de 24h e máximo de 72h entre cada treino. Antes de iniciar os treinos faça o máximo de repetições de barra com as duas mãos, anote, escreva o dia, e guarde... Siga treinando com apenas uma mão... Após alguns meses refaça o teste. Seguindo esse protocolo, em alguns meses irá se impressionar com o aumento das repetições máximas que consegue fazer na barra com as duas mãos.

Progressão
Vá utilizando as variações de pegada da tabela acima de acordo com o seu nível. Assim que cada uma ir ficando fácil para as séries e repetições acima prescristas passe para uma variação mais difícil até conseguir fazer a barra com somente uma mão na barra e a outra totalmente livre.

De resto... Só muita dedicação e continuidade aos treinos. Assim irá alcançar a façanha de fazer barra com apenas uma mão e de bônus irá melhorar - e muito - na execução de barra com as duas mãos.

Forte abraço!!!
Até a próxima!
Ale
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Pull-ups (Barra fixa): O desafio das 20 repetições...


Hoje venho desafiar os homens, e também as mulheres - claro, porque não?, a fazer "20 barras"... Em pronação!

Pra quem não conhece esse clássico dos exercícios, ele consiste - basicamente - em se pendurar em uma barra e puxar o corpo com os braços em um movimento completo de articulação de cotovelo e ombros.
Para aqueles que conseguem fazer o número de 20 repetições (mãos pronadas) dou meus parabéns! É difícil!
Para aqueles que ainda não conseguem, vai abaixo um esquema de treino usado pelo Major Charles L. Armstrong, USMC para se preparar para tentar quebrar um record mundial em números de repetições de barra fixa completas em uma única sessão de exercício.
Este simples exercício, por sí só, pode lhe trazer os seguintes benefícios se feito regularmente:
  • aumento da força funcional
  • melhora na postura
  • alívio de dor nas costas
  • um melhor visual no fisico
Nossa planilha de treino será de 5 dias por semana. Sendo que 2 dias serão exclusivos para descanso.
Por exemplo: você pode treinar segunda, terça, quarta, quinta e sexta e descansar sábado e domingo. Não necessáriamente nestes dias, mas o importante é treinar 5 dias consecutivos e descansar 2.
Logo abaixo você terá um link para download de uma planilha para a semana inteira. Imprima uma folha para cada semana, e se obrigue a preencher toda semana cada folha. Com 6 a 8 semanas você verá melhora no seu desempenho e aumento no número de repetições.

Flexão de braços (mais sobre flexão de braço clique aqui)
A barra fixa tem como foco os músculos das costas. Para um desenvolvimento balanceado seria melhor você fazer uma rotina complementar de flexões em um turno diferente do das barras. Você pode fazer 3 séries de máximas repetições que você conseguir de flexão normal, com descanso de 5-10 minutos entre séries. Isto vai ajudar na estabilização de ombros e diminuir o risco de lesões.

Os princípios do treino
  • O treino é de 5 dias seguidos.
  • É necessário treinar os 5 dias consecutivos (sem pular nenhum dia).
  • É necessário descansar 2 dias após os 5 dias de treino.
  • É recomendado que você não tente fazer barra até 3-4 horas depois das flexões.
  • Qualidade é mais importante que quantidade - consentre-se na perfeita execução de cada repetição.
  • Não mude o número de repetições de uma série durante uma sessão de treino.
  • É mais importante fazer as barras que fazer as flexões.
1° Dia
  • fazer 5 séries máximas (tenha certeza de dar o máximo de sí para que cada série você faça o máximo de repetições possíveis)
  • descanso de 90 segundos entre cada série

2° Dia
Este é o dia de treinamento "pirâmide"
  • Comece com sua série com 1 repetição, a próxima série será de 2, depois 3 e assim sucessivamente. Continue fazendo até você não completar o número de repetições alvo (por exemplo, sua ultima séria foi 6, a próxima seria 7, mas você fez 5. Já era! Então daí fechou!)
  • Depois de falhar faça mais uma séria tentando o máximo de repetições
  • Descanse 10 segundo para cada repetição feita na série anterior (ex. se fez 5 repetições, vai descansar 50 segundos e fazer 6 repetições, então descansa 60 segundos e tenta 7 reps...)

3° Dia
Neste dia você fará 9 séries (cada série terá o número de repetições ajustado semanalmente no começo da semana)
  • Fazer 3 séries de barras em pronação com pegada aberta
  • Fazer 3 séries de barras em supinação com pegada fechada
  • Fazer 3 séries de barras em pronação com pegada normal
  • Descansar 1 minuto entre cada série
É importante que você faça 9 séries inteiras neste dia. Ou seja, você vai trabalhar com poucas repetições. Para poder chegar à 9ª série inteiro. Cada série deve ter um número fixo de repetições, que você vai testando de semana em semana.

4° Dia
  • Fazer o máximo de séries que você puder completar
  • Você vai fazer séries até não completar uma série perfeita
  • Descansar 1 minuto entre cada série
Este dia de treino é o dia que você pode validar o número de repetições em cada série. Se o dia anterior pareceu fácil você pode aumentar as repetições em cada série e ver o que acontece. Se você fizer 9 ou mais séries, você pode usar um novo número de repetições para cada série na próxima semana. (ex. se você começar as séries fazendo 3 repetições, quando fizer 2 ou menos você não completou uma série perfeita e assim acaba a sessão de treino do dia... se no final você conseguiu fazer mais de 9 séries, aumente 1 repetição para cada série da próxima vez)

5° Dia
Repita o dia que você achou mais difícil entre os 4 primeiros. Este dia de treino vai variar de semana a semana.
Este é o ultimo dia de treino da semana. Agora é importante que descanse nos próximos 2 dias. Não treine ou faça musculação ou qualquer tipo de exercícios para os braços ou costas.

Download da planilha de treino semanal:
http://www.alexandrecastroalves.com/downloads/training/ACAFitness_Pull-ups.pdf



Espero que tenham gostado e aproveitem as dicas!

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