WOD - 120704 (14)

Segundo treino da semana:

Meditação/Visualização
Sentar confortavelmente, fechar os olhos, concentrar em controlar a respiração voluntariamente, com inspirações profundas e calmas, visualizar uma contagem numérica. (duração total de 3 minutos).

A1 - Hang Snatch Pull - 10x 3 reps
B1 - Tall Muscle Snatch - 5x 3 reps
C1 - Tall Snatch - 10x 3 reps
D1 - Snatch Deadlift - 3x 5 reps

Complemento
4 Séries da sequência do Aquecimento.

Obs. os pesos dos exercícios de A1 a D1 devem ser leves, com no máximo 50-60% de 1RM, pois esta fase é para melhora da técnica nos exercícios, então estes não devem causar exaustão para não prejudicar a concentração, recrutamento neuromuscular e ação do sistema nervoso central.

Semana 04 / 12



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WOD - 120703 (13)

Primeiro treino da semana:

Meditação/Visualização
Sentar confortavelmente, fechar os olhos, concentrar em controlar a respiração voluntariamente, com inspirações profundas e calmas, visualizar uma contagem numérica. (duração total de 3 minutos).

A1 - Hang Snatch Pull - 10x 3 reps
B1 - Hang Muscle Snatch 2 - 5x 3 reps
C1 - Scarecrow Snatch - 10x 3 reps
D1 - Back Squat - 3x 8 reps

Complemento
4 Séries da seguinte sequência:
F1 - 30 seg. em uma das variações de Frog Stand;
F2 - 1 volta de 360° com os Pés na Bola Suíça;
F3 - 10 repetições de Flexão de Punhos;

Obs. os pesos dos exercícios de A1 a D1 devem ser leves, com no máximo 50-60% de 1RM, pois esta fase é para melhora da técnica nos exercícios, então estes não devem causar exaustão para não prejudicar a concentração, recrutamento neuromuscular e ação do sistema nervoso central.

Semana 04 / 12



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Back Squat vs. Front Squat

O Agachamento é considerado por muitos treinadores como O Rei dos Exercícios, e não é à toa!
Existem infinitas variações de Agachamento, mas neste artigo me prenderei à somente dois, o Back Squat (Agachamento com barra nas costas) e o Front Squat (Agachamento com barra à frente, nos ombros).



Estes dois exercícios são importantes na preparação física, pois trabalham diferentes grupamentos musculares e com ênfase diferente na parte anterior/posterior da coxa, assim como mais ou menos ênfase em costas.

Relação entre Back Squat e Front Squat
Mensurando a força máxima nos dois exercícios pode-se verificar o bom balanceamento entre a cadeia muscular anterior com a cadeia muscular posterior da coxa. O 1RM do Front Squat deve ser em torno de 85% da carga do 1RM do Back Squat, exemplo: se seu 1RM de Back Squat é 100kg, o seu 1RM de Front Squat deve ser em torno de 85kg. Caso esta relação esteja muito fora dos 85% significa um desequilíbrio entre a cadeia anterior (front squat) e a cadeia posterior (back squat) da coxa.
Quando o treinamento tem foco esportivo, excessão ao Powerlifting, o Front Squat é a melhor opção, pois trabalha os membros inferiores com maior equilíbrio, porém as duas variações (back e front) são essênciais!

Back Squat
No Agachamento com a barra nas costas, pode-se solicitar mais a musculatura posterior das coxas, assim fortalecendo mais a cadeia posterior do que a cadeia anterior. No Back Squat a posição da barra - nas costas - favorece o uso de altas cargas, o que é essencial para grande recrutamento neuromuscular e desenvolvimento da força, porém o cuidado com a manutenção das curvaturas da coluna é essencial para a segurança no movimento.

Front Squat
O Agachamento com a barra na frente apoiada nos ombros, solicita muito mais que a coluna fique ereta, pois se a mesma não ficar em ótima postura a barra desliza para frente. A barra também fica mais centralizada com o centro de gravidade do corpo, assim solicitando mais balanceadamente as musculaturas da cadeia posterior e anterior.
Normalmente um dos grandes passos para alcançar uma boa postura e forma no Front Squat é a flexibilidade dos flexores dos punhos/dedos e rotatores dos ombros, o exercício abaixo pode ajudar no ganho desta flexibilidade, assim como todo exercício que puder melhorar principalmente os flexores dos punhos/dedos:

(2-3 séries de 30-45 segundos cada lado. 3-4 vezes por semana)

Outro desafio para este exercício é a manutenção do tronco ereto durante as repetições. Para a preparação para a execução deste exercício é fundamental o fortalecimento das costas, e um bom exemplo de exercício preparatório para uma execução futura do Front Squat, caso o atleta tenha dificuldade em manter o tronco ereto, é o fortalecimento dos musculos rombóides e deltóides, como segue abaixo:

(2-3 séries de 15-20 repetições cada lado. 2-3 vezes por semana)

Conclusão
As duas técnicas são fundamentais para o bom desenvolvimento da força dos membros inferiores, mas é importante o equilíbrio entre as duas técnicas para que o atleta possa aproveitar melhor outros movimentos avançados e executar de forma mais segura e equilíbrada exercícios de alta intensidade.
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WOD - 120630 (12)

Quarto e último treino da semana:

A1 - Hang Snatch Pull - 10x 3 reps
B1 - Hang Muscle Snatch - 10x 3 reps
C1 - Snatch Balance 2 - 3x 5 reps
D1 - Back Squat - 3x 8 reps
E1 - Snatch Deadlift - 3x 5 reps

Complemento
F1 - 3x 1 minuto em uma das variações de Frog Stand;
G1 - Treino Completo de Punhos e Dedos

Obs. os pesos dos exercícios de A1 a E1 devem ser leves, com no máximo 50-60% de 1RM, pois esta fase é para melhora da técnica nos exercícios, então estes não devem causar exaustão para não prejudicar a concentração, recrutamento neuromuscular e ação do sistema nervoso central.

Semana 03 / 12



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WOD - 120628 (11)

Terceiro treino da semana:

A1 - Hang Snatch Pull - 10x 3 reps
B1 - Tall Muscle Snatch - 10x 3 reps
C1 - Hang Muscle Snatch - 10x 3 reps
D1 - Overhead Squat - 3x 5 reps
E1 - Press - 3x 5 reps

2x 60 segundos de Alongamento da Cadeia Posterior.

Obs. os pesos dos exercícios de A1 a E1 devem ser leves, com no máximo 50-60% de 1RM, pois esta fase é para melhora da técnica nos exercícios, então estes não devem causar exaustão para não prejudicar a concentração, recrutamento neuromuscular e ação do sistema nervoso central.

Semana 03 / 12



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WOD - 120627 (10)

Segundo treino da semana:

A1 - Hang Snatch Pull - 10x 3 reps
B1 - Snatch Balance 2 - 5x 3 reps
C1 - Snatch Deadlift - 5x 3 reps
D1 - Front Squat - 3x 5 reps

3 Séries da sequência toda do Aquecimento.

Obs. os pesos dos exercícios de A1 a D1 devem ser leves, com no máximo 50-60% de 1RM, pois esta fase é para melhora da técnica nos exercícios, então estes não devem causar exaustão para não prejudicar a concentração, recrutamento neuromuscular e ação do sistema nervoso central.

Semana 03 / 12



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WOD - 120625 (9)

Primeiro treino da semana:

Aquecimento

A1 - Hang Snatch Pull - 10x 3 reps
B1 - Overhead Squat - 5x 3 reps
C1 - Snatch Balance 2 - 5x 3 reps
D1 - Snatch Deadlift - 3x 3 reps
E1 - Press - 3x 8 reps

3 Séries da seguinte sequência:
F1 - 1 minuto de tempo total trabalhando em uma variação da posição Frog Stand;
F2 - 10 repetições cada braço de Dumbbell Swings;
F3 - 10 repetições cada lado de Plank Dinâmico em Estrela.

Obs. os pesos dos exercícios de A1 a E1 devem ser leves, com no máximo 50-60% de 1RM, pois esta fase é para melhora da técnica nos exercícios, então estes não devem causar exaustão para não prejudicar a concentração, recrutamento neuromuscular e ação do sistema nervoso central.

Semana 03 / 12



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Teste de 1 RM no treinamento de força

O teste de 1 RM (Repetição Máxima) é a representação do esforço máximo de um indivíduo em algum exercício. É a máxima carga/peso que a pessoa pode fazer em apenas 1 repetição.
Quando aplicado de forma correta e no momento correto do desenvolvimento de força do indivíduo e de acordo com o cíclo de periodização do treinamento proposto este pode ser uma grande ferramenta para a programação exata de pesos, repetições e séries nos cíclos de treino.
De acordo com a neurociência a falha muscular é mais do que desnecessária para o treino de força, ela é contraprodutiva. Segundo Terry Todd (campeão de powerlifting), se você esta treinando até falhar, você está treinando para falhar.
Então se não devemos treinar até falhar, porquê aplicar um teste de uma repetição máxima?
A questão de intensidade é um dos fatores mais importantes no treinamento, e muitas vezes nos enganamos quanto a este fator. Com um teste de 1RM você pode descobrir qual é a intensidade máxima de um atleta, qual é o seu 100% de esforço. Este é o único momento da periodização em que você irá treinar até falhar.
Isto envolve um pouco de matemática: com treinos convencionais de musculação, geralmente programas para hipertrofia, você treina com 60 a 70% da sua carga máxima, por exemplo, se uma pessoa está fazendo Agachamento com 70kg para 12 repetições máximas (falhando na 11° - 12° repetição), com calculo de predição aproximada, segundo Brzycki (1998), seu 1RM seria 100kg. Intensidade relativamente baixa, apenas 70%. Se treinássemos o mesmo atleta, mas com 10 séries de 3 repetições com 90kg, ele estaria treinando com 90% do seu máximo, porém ele não precisaria falhar em nenhuma série, apenas fazer concentradamente cada uma das 3 repetições em cada uma das 10 séries. Este é um treino com foco em força e hipertrofia miofibrilar, descartando completamente qualquer objetivo de hipertrofia sarcoplasmática máxima. Saiba mais sobre hipertrofia miofibrilar e sarcoplasmática.

Carga Total de Treino
Com o calculo da carga total de treino podemos saber qual a real carga que estamos utilizando no treino, e assim termos uma noção melhor da intensidade que estamos gerando no organismo. Por exemplo:
Treino convencional de musculação para hipertrofia:
Agachamento: 3x12 repetições máximas com 70kg.
Carga Total de Treino = (Séries x Repetições x kg)
Carga Total de Treino = 3 x 12 x 70
Carga Total de Treino = 2520kg

Treino convencional de força:
Agachamento: 10x 3 repetições com 90kg.
Carga Total de Treino = 10 x 3 x 90
Carga Total de Treino = 2700kg

No final do treino a carga maior de treino foi a do treino de força, com 2700kg, mesmo fazendo apenas 3 repetições.
Então um teste de 1RM irá nos nortear para a prescrição da intensidade de treino do nosso atleta / cliente. Mesmo para um treino de hipertrofia, com o teste de 1RM pode-se prescrever melhor a intensidade do treino e assim fazer a correta distribuição das séries, repetições e pesos para cada cíclo de treinamento.

Conclusão
Falha muscular somente em teste de repetição máxima (1RM). O teste pode ser feito também com 2, 3 ou 4 repetições máximas, tornando-o assim mais seguro de ser executado. Mas o mais específico, caso o atleta já possua boa técnica e bom preparo de musculos e articulações, é 1 ou 2 repetições máximas. Caso opte por 2 ou mais repetições máximas, existem formulas de vários estudos feitos com diferentes populações e exercícios para predizer o valor de 1RM de acordo com o número de repetições máximas em um exercício, uma busca minuciosa no pubmed ou outras bases científicas pode ajudar na escolha da formula que mais se aproxima da sua população e necessidade.


Claudio, com 5 meses de treino, teste de 1RM no Deadlift (140kg)

No video acima pode-se conferir o Claudio no seu primeiro teste de uma repetição máxima no exercício Deadlift, após 5 meses de treino.
Formando e construindo uma boa base durante o treinamento - boa mobilidade, articulações fortes e musculos fortes - o atleta pode executar esforços máximos em determinados períodos, para assim determinarmos com precisão a intensidade do treinamento.


Referências
Brzycki, Matt (1998). A Pratical Approach To Strength Training. McGraw-Hill.
Everett, Greg (2009). Olympic Weightlifting: A Complete Guide For Athletes and Coaches. Catalyst Athletics, LLC.
Tsatsouline, Pavel (1999). Power To The People: Russian Strength Training Secrets For Every American. Dragon Door Publications, Inc.

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WOD - 120622 (8)

Quarto e último treino da semana:

Aquecimento

A1 - Overhead Squat - 5x 5 reps
B1 - Snatch Balance - 6x 3 reps
C1 - Snatch Balance 2 - 10x 3 reps
D1 - Snatch Deadlift 5x 5 reps
E1 - Back Squat - 3x 5 reps

F1 - Dumbbell Swings - 3x 10 reps

Obs. os pesos dos exercícios de A1 a E1 devem ser leves, com no máximo 50-60% de 1RM, pois esta fase é para melhora da técnica nos exercícios, então estes não devem causar exaustão para não prejudicar a concentração, recrutamento neuromuscular e ação do sistema nervoso central.

Semana 02 / 12



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Kettlebell / Dumbbell Swings

Dumbbell ou Kettlebell swings é um exercício que trabalha muito bem a cadeia muscular posterior, envolvendo posterior de coxas, glúteos, lombar, e ombros. Este é um ótimo exercício acessório para o treinamento complementar para a posição estática Planche, pois fortalece as cadeias musculares necessárias para conseguir segurar a posição. Um exercício também muito útil para a reabilitação da resistência muscular da coluna lombar.



O protocolo
De 3 a 4 séries, com 10 repetições cada braço, 2 a 3 vezes por semana.

Espero ajudar!
Abraços,
Ale

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WOD - 120621 (7)

Terceiro treino da semana:

1 série do Aquecimento!

A1 - Snatch Balance - 10x 3 reps
B1 - Snatch Balance 2 - 10x 3 reps
C1 - Snatch Deadlift 4x 5 reps
D1 - Press 3x 5 reps

E1 - 10 minutos de trabalho total em uma das variações do Frog Stand.
F1 - Treinamento de Punhos e Dedos

Obs. os pesos dos exercícios de A1 a D1 devem ser leves, com no máximo 50-60% de 1RM, pois esta fase é para melhora da técnica nos exercícios, então estes não devem causar exaustão para não prejudicar a concentração, recrutamento neuromuscular e ação do sistema nervoso central.

Semana 02 / 12



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WOD - 120619 (6)

Segundo treino da semana:

A1 - Overhead Squat - 5x 3 reps
B1 - Snatch Balance 15x 3 reps
C1 - Snatch Deadlift 5x 5 reps

D1 - Fortalecimento de Punhos

Obs. os pesos dos exercícios de A1 a C1 devem ser leves, com no máximo 50-60% de 1RM, pois esta fase é para melhora da técnica nos exercícios, então estes não devem causar exaustão para não prejudicar a concentração, recrutamento neuromuscular e ação do sistema nervoso central.

Semana 02 / 12



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WOD - 120618 (5)

Primeiro treino da semana:

Aquecimento

A1 - Overhead Squat - 10x 3 reps
B1 - Snatch Balance 10x 3 reps
C1 - Front Squat 3x 6 reps
D1 - Deadlift 3x 3 reps

E1 - 2x 60 segundos de Alongamento da Cadeia Posterior
F1 - Uma série de um minuto de trabalho total em uma das variações de Frog Stand

Obs. os pesos dos exercícios de A1 a D1 devem ser leves, com no máximo 50-60% de 1RM, pois esta fase é para melhora da técnica nos exercícios, então estes não devem causar exaustão para não prejudicar a concentração, recrutamento neuromuscular e ação do sistema nervoso central.

Semana 02 / 12



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Progressão de Frog Stand para Tuck Planche

Frog Stand ou A Posição do Sapo, é um movimento estático que exige estabilidade dos ombros e punhos, assim como equilíbrio e força. Esta postura é fundamental para o início de um trabalho mais avançado com equilíbrio em parada de mãos, pois dará aos punhos a força e equilíbrio necessária e primária para o domínio destes movimentos.
Para muitos somente a variação mais simples do Frog Stand é um movimento difícil, mas com um pouco de treino e dedicação este movimento pode ter progressões mais bonitas e que exigem mais força e equilíbrio.

Planche é uma das posturas estáticas da ginástica mais difíceis - também vemos este movimento com outro nome no Yôga (ardha êkahasta mayúrásana), assim como suas variações. Tuck Planche é a mesma postura porém com as pernas juntas ao corpo (tuck, ou encolhido/junto) tornando assim o movimento mais leve. O Tuck Planche é o começo do treinamento para a conquista do Full Planche (movimento com o corpo reto e extendido paralelamente ao chão). Este movimento exige grande força dos ombros e também das costas, glúteos e posterior de coxas.
A progressão para fazer Planche começa no Frog Stand, segue abaixo a progressão de Frog Stand até o Tuck Planche:



Este movimento pode ser um complemento do treino, com 2-4 vezes por semana, e um trabalho total de 1 minuto na posição, ou seja, por 1 minuto ficar o máximo possível e descansar o mínimo possível dentro deste tempo. Intensidade? Escolha a posição na qual você consiga permanecer por no mínimo 10 segundos. Com isto você pode ter grandes ganhos em força, controle do corpo e equilíbrio.

Bons treinos!
Ale
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WOD - 120615 (4)

Quarto e ultimo treino da semana:

3 séries do Aquecimento!

A1 - Front Squat - 3x 8 reps
B1 - Back Squat 3x 8 reps
C1 - Deadlift 5x 5 reps
D1 - Press 3x 10 reps

E1 - Fortalecimento de Punhos

Obs. os pesos dos exercícios de A1 a D1 devem ser leves, com no máximo 50-60% de 1RM, pois esta fase é para melhora da técnica nos exercícios, então estes não devem causar exaustão para não prejudicar a concentração, recrutamento neuromuscular e ação do sistema nervoso central.

Semana 01 / 12



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WOD - 120614 (3)

Terceiro treino da semana:

Aquecimento: Pular 5 minutos de corda;

A1 - Front Squat - 8x 3 reps
B1 - Back Squat 4x 6 reps
C1 - Deadlift 5x 5 reps

D1 - 10 minutos de tempo total (incluindo descansos) treinando flexibilidade da cadeia posterior.

Obs. os pesos dos exercícios de A1 a C1 devem ser leves, com no máximo 50-60% de 1RM, pois esta fase é para melhora da técnica nos exercícios, então estes não devem causar exaustão para não prejudicar a concentração, recrutamento neuromuscular e ação do sistema nervoso central.

Semana 01 / 12


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WOD - 120612 (2)

Segundo treino da semana:


Aquecimento

A1 - Deadlift - 8x 3 reps
A2 - Back Squat 3x 8 reps
A3 - Press 3x 10 reps

B1 - 20 minutos praticando os exercícios de "como fazer cama de gato"

C1 - 10 minutos de tempo total (incluindo descansos) treinando flexibilidade da cadeia posterior.


Obs. os pesos dos exercícios de A1 a A3 devem ser leves, com no máximo 60% de 1RM, pois esta fase é para melhora da técnica nos exercícios, então estes não devem causar exaustão para não prejudicar a concentração, recrutamento neuromuscular e ação do sistema nervoso central.


Semana 01 / 12



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Alongamento da Cadeia Posterior com Pesos

A cadeia posterior, principalmente se tratando dos posteriores das coxas, são musculos geralmente atrofiados e que necessitam de reabilitação imediata ao início de qualquer treinamento. E por que reabilitação? Porque quando eramos bebês tinhamos todos esses musculos realmente alongados, e podiamos ficar brincando no chão, agachados, por horas... Pegavamos nas pontas dos pés... Mas o tempo passa e sem a utilização dessa musculatura e angulo articular vamos perdendo a mobilidade e os musculos vão cada vez mais se atrofiando.

O treinamendo da flexibilidade pode ajudar a melhorar esse quadro de atrofia da cadeia posterior. Existem vários métodos de alongamento - ativo, passivo, dinâmico, FNP, etc - mas um método muito eficaz é o método utilizando uma sobre carga no ponto máximo da amplitude articular. Na minha experiência como professor e como atleta, este é o método que mais traz resultados e no menor tempo. Porém, como nem tudo é de graça, para a utilização deste método é necessário um alto nível de concentração, persistência, patiência e um certo nível de treinamento.
Elaine Bertani executando alongamento da cadeia posterior com peso (20kg)
O exercício feito na foto acima - alongamento da cadeia posterior - pode ser feito de 2-4 vezes por semana, com 2-4 séries de 30-120 segundos segurando a posição com 10 a 20kg. Trabalhar muito a mente para relaxar ao máximo os musculos e esquecer da dor, quanto mais relaxado, menos dor... Se tenso, impossível executá-lo.

Para a execução de movimentos mais avançados é extremamente necessário uma boa flexibilidade dos musculos posteriores. Um exemplo é o agachamento com uma perna (Single Leg Squat e/ou Pistol Squat):


Neste exercício, além de força é necessário equilíbrio e também flexibilidade. Mas a flexibilidade é um fator determinante para a execução do movimento, mesmo se for uma variação menos complexa que exija menos força, como minha aluna Elaine demonstrou no video acima, onde ela só executa a fase excentrica/negativa do movimento com uma perna e a fase concêntrica com as duas pernas.

Alongar a cadeia posterior não é tão só importante para a boa execução de exercícios avançados, mas também para a saúde da coluna e postura. Mantendo sua cadeia posterior - coluna, posterior de coxas e panturilhas - bem flexiveis irá lhe dar muito mais qualidade de vida nos seus próximos 20 anos.


Abraços,
Ale
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WOD - 120611 (1)

Treino para hoje:

Aquecimento

A1 - Back Squat - 10x 3 reps
A2 - Press - 10x 3 reps

B1 - Flexão de Braços - 3x 10 reps
B2 - Barra Fixa - 3x 8 reps

C1 - Treino de Punhos e Dedos - 2x 10 reps
C2 - Alongamento de Posterior de Coxa - 2x 30 segundos

Obs. os pesos do back squat e press são livres, devem ser leves, e no máximo, representar 60% de 1RM para cada exercício.

Semana 01 / 12


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Dextroanfetamina e meditação do yoga: qual o efeito no controle muscular para o desempenho de equilíbrio?

Anfetaminas são substâncias simpatomiméticas que tem a estrutura química básica da beta-fenetilamina. Sob esta designação, existem três categorias de drogas sintéticas que diferem entre si do ponto de vista químico. As anfetaminas, propriamente ditas, são a dextroanfetamina e a metanfetamina. (http://pt.wikipedia.org/wiki/Anfetamina)
Um estudo comparou os efeitos da dextroanfetamina e a meditação do yoga em três grupo diferentes quanto à se equilíbrar em uma prancha de equilíbrio durante 5 minutos.
Dos três grupos, um foi de pessoas que meditavam (grupo A), outro grupo era dado oralmente 5 e 10mg de dextroanfetamina em capsula (grupo B), uma hora antes do teste. O grupo C era o grupo placebo, o qual era dado uma capsula de lactose no lugar da droga.
O estudo durou 10 dias de testes. O teste de equilíbrio foi calculado com os erros durante os 5 minutos de equilíbrio na prancha.
O grupo B piorou 40.6% quando comparado ao grupo placebo (C). O grupo dos que meditavam (A) melhorou 27.8%.

Os resultados mostram (assim como estudos anteriores) que a anfetamina não ajuda e ainda prejudica a performance. Ao contrário, a meditação do yoga melhora a concentração mental assim como tarefas físicas.

Referência
Dhume RR, Dhume RA. A comparative study of the driving effect of dextroamphetamine and yogic meditation on muscle control for the performance of balance on balance board. Indian Journal of Physiology and Pharmacology [1991, 35(3):191-4] (http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/1791060)



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Aquecimento ACAFitness Training

O aquecimento é essencial para um bom rendimento em qualquer tipo de treino, facilitando o aprendizado de movimentos, aquecendo articulações, aquecendo musculos, melhorando a ativação neuromuscular e com tudo isso prevenindo lesões. Foi então que resolvi criar um aquecimento padrão para diversos tipos de treinos, onde você pode aquecer o corpo com exercícios cíclicos, de mobilidade, dinâmicos, de flexibilidade e posturais.

Um aquecimento pode ser feito de várias maneiras, dentre elas:
  • fazendo o mesmo exercício a ser feito no treino, mas com uma carga mais leve;
  • fazendo movimentos que ajudam a melhorar a mobilidade articular da articulação que será utilizada;
  • fazendo exercícios cíclicos, tal como pular corda, correr, pedalar, etc;
  • fazendo alongamento dinâmico com os músculos envolvidos no treino;
  • ativando a musculatura com exercícios específicos dependendo do treino;
  • fazendo exercícios mais simples para logo treinar os mais complexos;
  • fazendo movimentos técnicos e coordenativos;
  • fazendo movimentos mais fáceis e de baixa complexidade para ajudar no processo pedagógico de ensino de algum movimento novo;
  • e etc...
Abaixo segue um modelo de aquecimento padrão que pode ser usado para uma variedade imensa de treinos de tipos variados e diversos objetivos:



Este aquecimento tem a seguinte sequência:
  1. 30 segundos pulando corda
  2. Deslocamento de Ombros com Elástico - 7 a 10 reps.
  3. 30 segundos pulando corda
  4. Flexão de Braços com Rotação Interna de Punhos  - 7 a 10 reps.
  5. 30 segundos pulando corda
  6. Extensão dos Braços na Parede - 7 a 10 reps.
  7. 30 segundos pulando corda
  8. Mobilidade de Quadril (agachar, movimentação, agachar) - 1 a 2 minutos
  9. 30 segundos pulando corda
  10. Agachamento de Arranco - 7 a 10 reps.
  11. Ponte - 15 a 30 segundos
  12. Alongamento da Cadeia Posterior - 15 a 60 segundos
O exercícios devem ser feitos em sequência, um seguido do outro, apenas uma vez (uma série). Utilizando-se sempre amplitude total de movimento, e Tempo médio de 3232 para cada exercício, com excessão aos exercícios estáticos. (clique aqui parar saber o que é Tempo do exercício)
Lembrando-se que isto é um aquecimento, então a exaustão não é o objetivo mas sim a preparação das articulações para o treino. Caso os exercícios prescristos sejam intensos cabe a cada um fazer as devidas substituições por variações mais fáceis do mesmo exercício ou grupo muscular. O ideal é que o aquecimento seja feito com exercícios que o indivíduo consiga fazer um máximo de 20 a 30 repetições no minimo em cada variação, para assim fazer de 7 a 10 repetições respeitando o Tempo e técnica apropriada. O tempo total do aquecimento deve durar de 5 a no máximo 15 minutos.
Este também pode ser um ótimo treino para melhora da flexibilidade e mobilidade articular, bastando introduzir mais duas ou três rodadas, ou seja, ao chegar no último exercício voltar ao primeiro e fazer toda a sequência por mais duas ou três vezes, sem descanso entre uma rodada e outra.

Bons treinos!
Até a próxima,
Ale


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Roberta Castija: Preparação física durante a gravidez! (2011-2012)

Olá Pessoal!
Tudo bem com vocês?

A gravidez é um momento mágico na vida da mulher e também na vida do pai. Existem estudos que comprovam os benefícios de exercícios regulares e moderados durante a gravidez para mulheres grávidas saudáveis. É importante a avaliação de um médico antes da prática de qualquer exercício, sendo que se a mulher não praticava atividade nenhuma anterior à gravidez não é aconselhado a introdução desta nova rotina. É importante o acompanhamente de um profissional de educação física durante este período, e melhor ainda se o profissional já tiver acompanhado o desenvolvimento e nível de aptidão anterior à gravidez, assim tornando ainda melhor e mais precisa a prescrição dos exercícios e monitoramento da intensidade do treinamento da mulher. Abaixo segue o video de alguns momentos do treinamento da Roberta durante a gravidez. No video vocês também podem checar a evolução do peso corporal dela, que foi de apenas 10,7kg.



A Larissa nasceu medindo 51cm e pesando 3,815kg, super-hiper-mega saudável e pronta - também - para já começar os "mini-treinos" dela como vocês puderam ver ao final do video.

Espero que tenham gostado e que isso inspire várias mulheres a levarem uma vida saudável, com exercícios regulares e dieta balanceada. Essa mudança pode mudar drasticamente a sua vida e a vida dos seus filhos!

Abraços,
Até a próxima!
Ale :-)


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Teaser 2012

Muitas novidades chegando...



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Como fazer Barra Fixa com uma mão (One Arm ChinUp)

What's are you doing fellas?

"Nossa! É barra hein!?"
Começo este artigo com esta famosa expressão: "é barra!"
Geralmente esta frase é dita quando queremos dizer que fazer ou passar por algo é muito díficil. Não é a toa que essa frase é utilizada para expressar tal situação.
O exercício de barra fixa é um dos exercícios mais difíceis para as pessoas menos condicionadas fazerem. Levantar o peso do próprio corpo por apenas uma ou mais vezes é tarefa difícil e muito utilizada em testes para concursos, provas do exercíto, polícia e etc.
Agora imagine fazer essa famosa barra com apenas uma mão. Serão poucos os que conseguirão tal ato! Porém, não é impossível e os mais determinados e condicionados devem dar continuidade à evolução no treinamento e introduzir este movimento mais avançado.

Quais as vantagens de fazer barra com apenas uma mão ao invés das duas?
Fazer barra com apenas uma mão é um movimento que exige principalmente muita força. Quando você consegue fazer mais de 5-6 repetições da barra com as duas mãos então você estará começando a trocar o trabalho de força para o trabalho de resistência de força, e se quiser continuar ganhando mais força na sua puxada é hora de: 1) treinar barra utilizando pesos externos, como cintos, correntes, elásticos, halteres ou anilhas; 2) começar a treinar barra com uma mão só.
Eu aconselho o início do treinamento de barra com apenas uma mão, pelas seguintes razões:

  • Vai melhorar sua pegada, pois é mais díficil segurar o corpo com uma mão;
  • Exercícios unilaterais - seja este qual for - irá ativar mais os musculos do core para manter o equilíbrio.
  • Qualquer movimento feito de forma unilateral se aproxima mais dos movimentos funcionais que você faz durante o seu dia ou no seu esporte. Praticamente nada você faz simultaneamente utilizando os dois lados iguais;
  • A maioria das pessoas tem um lado dominante (ou é destro ou é canhoto) e isso acaba deixando um lado mais desenvolvido que o outro, treinando de forma unilateral você treinar melhor o lado mais fraco;
  • Fazer barra com apenas uma mão irá melhorar seu desempenho na execução de barra com as duas mãos, porém fazer barra com as duas mãos não irá te ajudar tanto conseguir fazer barra com uma mão, a não ser que utilize sobrecarga.

Quando e como começar?
Assim que você conseguir fazer facilmente barra com as duas mãos você já pode iniciar seu treinamento de barra com apenas uma mão. Se conseguir fazer 5-6 barras já pode introduzir o movimento nos seus treinos, porem ainda é interessante não deixar de lado a barra normal.
De início, apenas treinos isométricos e/ou negativos na posição de barra com uma mão só já irá trazer muitos resultados. Segurar o corpo no ponto máximo do movimento por 3 a 5 segundos e tentar descer devagar - se conseguir segurar mais 2-3 segundos no meio do movimentos (cotovelos em 90°) o movimento fica com mais qualidade.


Minha aluna Márcia fazendo um trabalho inicial para fazer barra com uma mão (fortalecendo a pegada e musculos acessórios do movimento)

As diferentes pegadas e auxilios
A pegada feita na barra é fundamental para o sucesso no exercício. Desde uma pegada mais iniciante para uma pegada mais avançada, cada uma delas irá proporcionar a intensidade de acordo com seu nível de condicionamento:

O fortalecimento da pegada é fundamental para a execução de barra com uma mão. Você pode fortalecer a pegada simplesmente fazendo barra (como no vídeo acima) ou utilizar acessórios, como o aparelho ao lado.
Existem alguns acessórios que podem ajudar na pegada - straps - que são úteis no início do treinamento. Mas depois devem ser evitados para melhor fortalecimento da pegada. Claro que depende muito de pessoa para pessoa o uso ou não de acessórios que auxiliam a pegada.
Esta pegada com a outra mão ajudando no movimento - sendo ela mais próxima do punho, como na imagem ao lado - irá tornar possível um trabalho intenso na pegada e também um treino inicial dos musculos envolvidos no movimento. É importante ter a consciência de que a mão que auxilia ela somente auxilia no movimento e você deve cada vez mais utilizá-la menos.
Descendo a mão auxiliar dos punhos para o cotovelo você terá menos ajuda no movimento, tornando assim o movimento um pouco mais difícil.
Fazer a barra auxiliando com a outra mão bem afastada (esticada) da mão principal (a mão que irá fazer o movimento) é uma variação mais difícil que a anterior. Nesta variação o trabalho das costas e ombros é maior do que nas anteriores, sendo assim, é mais difícil de segurar o corpo.
O movimento pode ficar mais difícil se você utilizar uma toalha, faixa, corda ou qualquer outra coisa para deixar a mão auxiliar mais baixa que a mão principal. Quanto mais baixa a mão auxiliar, mais difícil o movimento.

Após toda a ajuda do mundo da sua outra mão, é hora de abandoná-la! Depois de todas as progressões mais fáceis forem conquistadas hora de segurar a barra com apenas uma mão e puxar até lá em cima! Obs. O ideal é conseguir um mínimo de 2 séries de 1 repetição em cada variação, conseguindo fazer 3 séries de 3 repetições é a hora de passar para a próxima variação. Lembrando que é importante o trabalho isométrico no ponto de contração máxima do movimento (segurar isometricamente o corpo de 3 a 5 segundos quando o braço estiver totalmente flexionado), caso não consiga, ainda não é hora de passar para a próxima fase.

Frequência de treino, séries e repetições...
Fazer de 2-3 séries de 1-3 repetições com isometria no final do movimento de 3-5 segundos - se adicionar isometria no meio do movimento (cotovelos à 90°) os resultados serão ainda melhor. Treinar de 2 a 3 vezes por semana, com intervalo mínimo de 24h e máximo de 72h entre cada treino. Antes de iniciar os treinos faça o máximo de repetições de barra com as duas mãos, anote, escreva o dia, e guarde... Siga treinando com apenas uma mão... Após alguns meses refaça o teste. Seguindo esse protocolo, em alguns meses irá se impressionar com o aumento das repetições máximas que consegue fazer na barra com as duas mãos.

Progressão
Vá utilizando as variações de pegada da tabela acima de acordo com o seu nível. Assim que cada uma ir ficando fácil para as séries e repetições acima prescristas passe para uma variação mais difícil até conseguir fazer a barra com somente uma mão na barra e a outra totalmente livre.

De resto... Só muita dedicação e continuidade aos treinos. Assim irá alcançar a façanha de fazer barra com apenas uma mão e de bônus irá melhorar - e muito - na execução de barra com as duas mãos.

Forte abraço!!!
Até a próxima!
Ale
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Aprendizagem e Técnica: Snatch/ Arranco

Olá galera!
Tudo bem?

A técnica é um fator importante em qualquer exercício, esporte ou trabalho. Uma boa técnica nos proporcionará recursos para que façamos o que quer que fomos fazer com muito mais eficiência e menos gasto energético.
O Levantamento de Peso Olímpico é um esporte muito técnico, o qual permite o atleta a levantar pesos acima da cabeça de 2 a quase 3 vezes o peso do próprio corpo do atleta. Essa proeza é feita graças à eficiênte técnica aplicada - assim como também a enorme força e potência exercida pelo indivíduo.
Os Levantamentos Clássicos do Levantamento Olímpico são o Snatch (em português: Arranco) e o Clean & Jerk (em português: Arremesso). Estes dois movimentos possuem suas técnica distintas porém semelhantes, cada qual com seus detalhes particulares. Neste artigo irei me prender somente ao Snatch.
Técnica do Snatch¹ 
Sequência da Puxada Básica


Início: antes da iniciação do levantamento da barra

  1. pés - grudado no chão, afastados na largura dos ombros e levemente virados para fora.
  2. a barra esta diretamente em cima da metade do pé.
  3. braços estão retos preparados para puxar.
  4. as costas está travada reta ou aqueada pronta para puxar.
  5. a cabeça está em posição neutra ou levemente levantada.
Quando o Peso Sai do Chão (imagem número 1)

  1. os pés estão totalmente grudados no chão - é importante que os pés se mantenham grudados no chão o máximo de tempo possível - isto facilita a transmissão de força.
  2. quadril está mais alto que o joelho.
  3. joelhos estão acima e na frente da barra.
  4. ombros estão em cima e na frente da barra.
  5. braços estão retos - cotovelos rotados para fora e os punhos tentando flexionar - se os cotovelos estão voltados para fora, por rotação interna, durante a puxada fica mais difícil para flexionar os cotovelos - assim a barra se mantém mais perto do corpo. Flexionando os punhos ou tentando flexionar os punhos durante a puxada também deixa e mantém a barra mais perto do corpo e torna mais difícil uma rotação externa de ombros.
  6. a cabeça está em posição neutra ou levemente erguida.
Barra nos Joelhos (imagem número 2)

  1. os pés estão retos.
  2. os quadrís estão mais alto que os joelhos - neste ponto já existem uma pequena extensão do quadril - o movimento de subida da barra é consideravelmente feito pela extensão dos joelhos.
  3. os joelhos estão atrás da barra.
  4. os ombros estão em cima da barra. Uma linha descendo da frente dos ombros irá passar em frente da barra.
  5. os braços estão retos, cotovelos estão virados para fora e punhos flexionados.
  6. cabeça se mantém neutra ou levemente elevada.
Barra no Meio da Coxa (imagem número 3)
Uma transição da barra nos joelhos até a posição do meio da coxa é resultado de um movimento chamado dupla flexão dos joelhos. A primeira flexão dos joelhos ocorre no início do levantamento. A dupla flexão dos joelhos é resultado do movimento "para trás-para frente" durante a transição da barra, a qual contribue para uma fixação ou mais tipicamente um movimento para frente dos joelhos. Existe uma diminuição ou platô na velocidade da barra durante essa transição assim os joelhos são re-dobrados e o corpo é re-alinhado para uma ótima produção de força vertical.

  1. os pés ainda estão grudados no chão.
  2. os quadrís agora estão atrás da barra mas agora estão acima dos joelhos (resultado da dupla flexão dos joelhos). O tronco está levemente na vertical.
  3. os joelhos estão em frente da barra.
  4. os ombros se moveram diretamente em cima ou atrás da barra.
  5. os braços estão retos, cotovelos para fora e punhos flexionados.
Segunda Puxada (imagem número 4)
Durante a segunda puxada, pico de força, desenvolvimento de taxa de força, potência e velocidade da barra são os valores mais altos. A duração da segunda puxada está negativamente correlacionada com a eficiência e sucesso de um levantamento, mas, explosão é a consideração primária.
Durante a segunda puxada:

  1. os quadrís se movem para extensão.
  2. os ombros se movem para cima - se encolhendo.
  3. o atleta se move seu peso para a frente do pé por causa da flexão plantar. O grau para o qual a flexão plantar ocorre é uma extensão da função do atleta. Existe muita controvérsia entre os técnicos para o benefício da flexão plantar - porém existem evidências de que a flexão plantar pode adicionar uma velocidade final para a barra. Muitos levantadores fazem flexão plantar e talvez esta técnica seria mais vantajosa para outros esportes pois é similar a flexão plantar feita para saltos, etc.
  4. braços ainda estão retos, cotovelos estão para fora e punhos tentando se manterem flexionados.
  5. cabeça está neutra ou levemente elevada.
A partir da segunda puxada o atleta irá terminar o movimento (até a segunda puxada, o movimento é praticamente o mesmo para o Snatch e Clean & Jerk, com excessão da pegada, que no Snatch é mais aberta e no Clean & Jerk é mais fechada). No caso do Snatch, o atleta se deslizará para debaixo da barra, fazendo um agachamento profundo, ou agachamento parcial (no caso de power snatch). Ao final do movimento os braços estarão retos e o atleta em posição de agachamento (profundo ou parcial).

Este artigo é apenas um simples esboço do quão técnico é o Snatch (assim como o Clean & Jerk são também). Para mais informações consultem as referências.

Abaixo segue minha aluna Elaine Bertani em processo de aprendizado do Snatch/ Arranco:



Ainda serão muitas e muitas repetições...
Como diz o ditado popular "a prática leva à perfeição"...
Então PRATIQUEMOS!
Espero que tenham gostado!
Sejam técnicos meus amigos!


Abraços,
Até a próxima!
Ale

Referências
¹ Mike Stone. Introdution - Snatch Versus The Clean. Strength & Conditioning - 6th June 2008, http://coachesinfo.com/index.php?option=com_content&id=223&Itemid=140#2
² Edmilson Dantas; João Coutinho. Força e Potência no Esporte - Levantamento Olímpico. Ícone Editora, 2010.
³ Greg Everett. Olympic Weghtlifting - a complete guide for athletes & coaches. Catalyst Athletics, 2009.
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Ganhando força com treino nas Argolas


Alexandre executando Back Lever
As Argolas é um aparelho usado na ginástica artística masculina. Este aparelho consiste em duas argolas presas por fitas. Em competição existe uma padronização para as argolas especificadas pela Federação Internacional de Ginástica, seguindo as seguintes medidas:
Diâmetro das Argolas: 18 cm,
Distância do ponto de fixação até o lado mais baixo interno da argola: 3 metros,
Distância entre os dois pontos de fixação: 50 cm.
Em competições as melhores performances são as quais mantem as argolas o mais paradas possível (sem tremer) durante a série/rotina. Mas o usos das Argolas não se limita somente ao esporte e competições, muitos usam-na para deixar a preparação física ainda melhor.

Este aparelho pode ser pendurado em qualquer lugar e o ponto interessante desta ferramenta é que ela irá sempre se mover e trabalhar o seu ponto mais fraco.

O brasileiro Arthur Zanetti executando o Iron Cross
um dos movimentos mais difíceis feito nas argolas
Ter uma preparação anterior dos musculos estabilizadores, principalmente de ombros, para suportar a intensidade do treinamento nas argolas é fundamental para o ganho de força nos treinamentos sem que aja risco de lesão. Todos os movimentos avançados são baseados e tem início em movimentos básicos de suportar o próprio corpo nas argolas. Segurar o corpo nas argolas refere-se simplesmente ao fato de segurar-se nelas com os braços retos ao lado do corpo (posição de sentido) com as pernas relaxadas... E assim tudo começa... Mas para muitos somente segurar esta posição inicial é um grande desafio. Ainda, para este movimento ter muito mais produtividade ele deve ser feito com as mãos voltadas para fora - para conseguir ver isso, coloque suas mãos para cima como se fosse fazer barra com pegada supinada (palmas vontadas para seu rosto), então baixe seus braços do seu lado mantendo a posição das mãos. Assim é ainda um pouco mais difícil.

A série nas argolas por mais fácil e básica que seja requer muita força, estabilidade e controle.



Para um trabalho de força inicial é importante focar em três elementos: segurar o próprio corpo, front lever e back levers. Para cada elemento existe variações do mais fácil ao mais difícil nível.
Front Lever
Se preparando e conseguindo executar estes três elementos com controle irá dar-nos base e suporte para movimentos mais avançados que exijam mais força no futuro. Segundo Christopher Sommer, treinador do time nacional junior de ginástica dos Estados Unidos, "não sendo capaz de executar estes movimentos solidamente fará com que seu devenvolvimento de força nas argolas seja comprometido no futuro."
Depois que estes movimentos forem alcançados podem-se, também, incluir exercícios como mergulho, o mesmo que nas paralelas, e depois progredir para muscle ups, o qual irá progredir para rolamento para frente seguido de muscle up, e etc etc etc.

Treinar nas argolas é muito desafiador e também divertido. Sem dúvidas é uma ótima e fundamental ferramenta para ajudar nos ganhos de força para membros superiores. No esporte o aparelho é somente para homens, mas para a preparação física e treinamento este é de suma importancia para as mulheres também, e há as mulheres que são até melhores que muitos e muitos homens por aí.

Mas para o melhor aproveitamento dos exercícios é importante um programa de treino inteligente onde pode ser implementado as progressões necessárias para um treino seguro. Lembrando que todos os movimentos avançados possuem variações mais fáceis, os quais - todos - se iniciam da posição inicial de suporte do corpo. Treinar bastante as posições de suporte básicas irão te dar uma ótima base para o futuro.
São os pilares (as bases) que fazem com que tudo o mais funcione. Não importa o que você esteja fazendo ou tentando realizar - não deve ignorar os fundamentos se o seu objetivo é ser o melhor.
Michael Jordan no livro Nunca Deixe de Tentar

Dois meses depois do video acima...


O segredo de todo treinamento é informação, instrução e paciência. Com boa informação, instrução de um bom professor e muita paciência, teremos os melhores resultados em qualquer aparelho, acessório, esporte ou método.

Dica de leitura:
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Os princípios científicos do exercício físico

Olá pessoal!

Hoje estava lendo um livrinho antigo - (1995) Cross Training: uma abordagem metodológica, de Antonio Carlos Gomes e Ney Pereira de Araújo, que estudei quando tive a matéria de avaliação e prescrição de exercícios na época da universidade. Foi que resolvi escrever esta postagem sobre os princípios científicos do exercício físico.

A ciência evolue a todo tempo, mas alguns princípios e estudos perduram por anos e anos a fora. Com os princípios básicos do treinamento não é diferente. Existem muitos princípios envolvendo o treinamento físico, mas irei descrever apenas os mais básicos/importantes que os profissionais devem saber e relembrar o tempo todo, assim como àqueles que gostam de atividade física e treinam no seu dia-a-dia também é interessante saberem, pois assim irão avaliar melhor o trabalho que estão pagando por.

Vamos às minhas observações de cinco princípios básicos, sendo estes: princípio da conscientização, princípio da saúde, princípio das diferenças individuais, princípio da elevação progressiva da carga e princípio da continuidade.

Princípio da conscientização
Quando realizamos alguma coisa e sabemos o porquê dessa coisa, ela será melhor realizada. É importante sempre sabermos o porquê realizamos as coisas. Mas também digo que não é só importante saber o porquê. No Yôga (segundo o livro Tratado de Yôga, do Mestre DeRose) uma das regras gerais do Ásana é a de localização da consciência, ou seja, saber "onde" o "exercício" está trabalhando. Assim como no Yôga, como em qualquer tipo de exercício (esclarecendo: Yôga não é exercício, saiba mais clicando aqui) é importante termos a consciência do porquê, como e onde estamos trabalhando. Tendo a plena consciência da importância do treinamento proposto o mesmo será muito mais eficaz.

Princípio da saúde
Ninguém trabalha sozinho, mesmo um atleta de esporte individual - existe toda uma equipe, todo um time por trás de todo o treinamento dele. Ninguém consegue nada sozinho, por isso é importante uma boa interação de outros profissionais do ramo da saúde. Orientar um atleta/cliente a procurar sempre um médico, nutricionista, fisioterapeuta e/ou psicólogo faz parte do conjunto de medidas que devemos tomar para que nosso atleta/cliente tenha o melhor resultado possível com a melhor saúde como um todo. Preservar e melhorar a saúde das pessoas com uma boa interação de outros profissionais é fundamental para o sucesso de todos.

Princípio das diferenças individuais
Alguns o chamam de Princípio da Individualidade Biológica. O nome por sí já diz. Cada pessoa é diferente da outra. Observando que o treinamento deve seguir rigorosamente a individualidade de cada um. Tomar cuidado com atividade em grupo, para que a atividade proposta não seja muito intensa para um e muito fraca para outro, etc. Este princípio é fundamental na dosagem das séries, repetições, peso, tempo, frequência e tipo de exercício para o melhor benefício sem qualquer prejuízo.

Princípio da elevação progressiva da carga
Este é o meu favorito! O nível de performance do atleta/cliente está relacionado com o aumento progressivo da carga. A aplicação de novos estímulos, seja aumento de peso, repetições, séries, etc, deve sempre ser progressiva. Também deve-se levar em consideração o período de aumento da carga com o período de recuperação, para que não haja aumento excessivo e leve o individuo ao overtraining. Uma ótima periodização do programa de treinamento proporcionará o melhor controle de aumento progressivo das cargas de treino.

Princípio da continuidade
Tudo na vida se não for "regado" morre. Para tudo na vida você necessita dar sua dose constante e diária de amor, carinho, atenção, esforço e empenho para que você tenha uma recompensa por tudo isso. Nada é de graça. No treinamento não é diferente. O seu esforço e empenho nos treinos deve ser constante, assim como também o carinho, atenção e amor ao exercício feito. As vezes os resultados demoram, mas se o treinamento não for constante esses resultados nunca aparecerão. Assim como se você, ou seu cliente, não continuar constante no treinamento os resultados obtidos com tanta garra e suor serão perdidos. Bastam poucas semanas sem uma habilidade ser estimulada para já haver registros de diminuição da qualidade e rendimento das mesmas. Para que o organismo não pare de responder cada vez melhor aos treinos, para que ele não volte para um nível inferior no treino perdendo as habilidades e qualidades ganhas, os estímulos devem ser constantes e sem longas interrupções.

Após termos analisados estes cinco princípios básicos, temos ferramentas e estamos mais conscientes de como alcançarmos de forma mais eficiênte nossos resultados. Se algum destes princípios básicos for negligenciado poderá trazer causas negativas no treinamento, como estaginação dos resultados - ou nenhum ganho de resultado, ineficiência dos exercícios e num caso extremo até causa de lesão muscular e/ou articular.

Espero que tenham gostado e lembrem-se sempre dos princípios básicos que regem o treinamento.
Lembrando que a base, sempre é o básico, e por isso vale de vez em quando sempre estar relendo, relembrando e estudando novamente um pouco do básico.

Abraços,
Até a próxima!
Ale

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Preparação Física Desportiva

Olá atletas e treinadores!

Muito vemos sobre o treinamento esportivo, especialmente quando se trata de MMA.
É pregado sempre a especificidade... Ser o máximo específico possível com seu esporte. Mas com a supervalorização deste aspecto muitos profissionais acabam incluindo exercícios pouco efetivos com o objetivo de se alcançar o mais alto rendimento de seus atletas. Inventando movimentos que as vezes trazem pouca intensidade e pouco recrutamento neuromuscular.
Muitas vezes, exercícios básicos e simples são específicos, porém não parecem. É aqui que entra a sensibilidade do treinador para escolher as melhores opções, onde o movimento se aproxime ao máximo do movimento feito no esporte.
Abaixo seguem quatro vídeos da preparação física de Werner Gunthor, um lançador de pesos suíço três vezes campeão do mundo na disciplina (1987, 1991 e 1993). Seu treinador foi Jean-Pierre Egger, um renomado especialista neste esporte. Vale a pena, à todos os interessados em esporte, treinamento/preparação física, alto rendimento, força e principalmente potência, que dêem uma olhada em cada vídeo. Os videos estão em francês, mas é possível entender... E também não custa estudar um pouquinho de francês, não é? Não faz mal para ninguém! :)



Neste primeiro vídeo o treinador Jean-Pierre mostra a fase extensive (extensiva) da preparação, dando ênfase em equilíbrio, técnica, coordenação, controle, estabilização do equilíbrio e ritmo.
O equilíbrio, fator que poucos dão valor, é um princípio do treinamento de força. O equilíbrio é necessário para reforçar os musculos agonistas e antagonistas e para o atleta ganham mais domínio e controle muscular.
Depois de trabalhar muito o movimento em situações que necessitam o equilíbrio, treinar perfeitamente a técnica de movimento, vem a hora de começar a trabalhar a força - em conjunto com a flexibilidade. Assim já teremos um atleta bem mais coordenado, ritmado, equilibrado, forte e flexível.



No segundo vídeo Gunthor já começa os trabalhos outdoors, feitos fora do ginásio/academia. Assim começam os trabalhos mais intensos (fase intensive), focando grande aumento nos regimes de ação muscular: força concêntrica, força isométrica e força excentrica. Para o trabalho destas forças entram os treinos pliométricos (trabalho com saltos) em várias situações (treino excêntrico/negativo, treino pliométrico, treino isométrico e estes entre sí combinados). O salto horizontal, vertical e lateral têm grande foco nesta fase, assim como tempo de contato com o solo, o qual tem uma melhora enorme, assim ao mesmo tempo melhorando muito a velocidade e potência. Neste vídeo vemos vários exercícios complementares, os exercícios que chegam ao máximo próximo ao movimento esportivo, porém ativando grandes musculos e o sistema neuromuscular de forma intensa e efetiva.



No terceiro video temos o ínicio da fase explosive (explosiva). Muitos trabalhos técnicos, de melhora da técnica e execução (por isso as filmagens), porém continuam os trabalhos de flexibilidade, treinos de força e também de potência, mas estes para a manutenção da força ganha nas fases anteriores, treinando com cargas próximas a 1 RM (aumento da intensidade de trabalho). Trabalhos de força para coordenação intramuscular e intermuscular, o que também determinará uma grande performance de potência, a qual é fundamental para o sucesso neste esporte.



No quarto vídeo podemos observar o avanço de Gunthor em ganhos de força e potência (observar o agachamento, o desenvolvimento pelas costas, arranco e arremesso... todos pesadíssimos). Os movimentos de levantameno de peso olímpico (arranco e arremesso) são muito próximos do movimento exigido no esporte de Gunthor. Engraçado que os movimentos de levantamento de peso olímpico também são essenciais no trabalhos de muitos dos outros esportes, pois são base de muitos movimentos que dão origem aos movimentos do esporte. Continuam os trabalhos pliométricos ainda combinados com alta intensidade.
Logo chega a hora da recuperação ativa - corridas na praia, massagens, corridas com obstáculos, jogar tênis (pesquisar sobre cross training). A recuperação ativa é de suma importância para concentração do atleta, aumento dos níveis de força, velocidade e a grande melhora na performance (supercompensação).
Ocorrem os últimos ajustes na biomecânica e assim melhora na técnica de Gunthor e por fim vemos o sucesso do atleta e treinador... A concretização de todo seu treinamento, dedicação e suor! A transformação de todo o tempo de treinamento em medalha e vitória.

Conclusões
Como vemos, não tem nada tão diferente do que muitos dos professores já viram. Exercícios básicos, como agachamento, arranco, arremesso, remadas... São a base de toda a preparação física do atleta. Isso acontece em todos os esportes.
Na preparação física a específicidade é muito importante, porém na escolha dos exercícios acessórios é fundamental a relação do movimento do exercício com o movimento esportivo e também a eficácia do mesmo. Não vale a pena "inventar" movimentos para tentar ser específicos, porém perder a qualidade, intensidade e assim eficácia do exercício complementar.
Mesmo que seus clientes não forem atletas, eles merecem o melhor que existir na preparação física, seja este o objetivo que for.

Espero que tenham gostado!
Até a próxima,
Ale

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